21
de
janeiro
Sobre não ter opinião nenhuma. Sobre não poder falar nada. Sobre ver outras pessoas que trabalham muito menos do que você serem queridas porque sabem puxar direito o saco das pessoas certas. Sobre ser estúpida e aguentar de boca calada. Sobre querer socar muitas caras e não poder. Sobre querer pisar em cima de quem te acha a merda no sapato.
Sobre quebrar pescoços.
Ouça: Renaissance - Let It Grow
“Don’t get mad if I’m laughing
Blame the caffeine for all the 5 am messages
I haven’t slept a single night in over a month
And not even once did you start to make sense to me”
Sobre tentar te encontrar onde eu sei que eu não vou achar.
20
de
janeiro
1. Nada do que realmente vale a pena é fácil de se conseguir. Exceto aquelas coisas vitais e abundantes, tipo oxigênio. Agora, pessoas ou momentos que valem a pena? Esses sim são difíceis de se encontrar. Se você tiver os dois, saiba que é muito, muito sortudo.
2. Aquela história de “quando uma área da sua vida melhora, alguma outra tem que piorar”. É incrível: nunca tudo pode estar bem. Sempre tem que ter alguma parte da sua vida que vai andar mal. E, na maioria das vezes, o pior é que ainda é proporcional: quanto mais uma área melhora, mais uma outra vai piorar.
3. Ter que decidir por coisas realmentes importantes nunca é fácil. Especialmente quando a decisão envolve outras pessoas que são importantes para você. Pensar se você quer o suco com ou sem gelo não é difícil. Difícil é saber se você arrisca ou não por algo ou alguém que vale a pena.
4. Às vezes as pessoas não esperam você perceber que errou, que escolheu mal, que não deu o merecido valor. Às vezes o ônibus não espera, mesmo que você faça sinal, corra e ainda xingue o motorista. Às vezes não te dão tempo suficiente para você decidir, ou descobrir o que tem que fazer. E aí, amigo, boa sorte. Segundas chances são raríssimas.
There There.
Ouça: Radiohead - Let Down
“Bandages on my legs and my arms from you
Bandages, bandages, bandages
Up and down on my legs my arms from you
Bandages, bandages, bandages”
14
de
janeiro
- Alô.
- Alô, bruno?
- É.
- Que você tá fazendo?
- Vendo a casa de vidro.
- Viu seu e-mail?
- Ah, vi.
- Vai ouvir a música lá bruno, é muito louca.
- Camila, agora eu vou ficar vendo o payperview da casa de vidro pra sempre mano. Big Brother é a época que eu fico de stand-by.
- Ah não, perae que eu vou ter que anotar isso.
- Ah não, vou desligar.
13
de
janeiro
- Alô?
- Alô.
- Fala.
- Como você fala: muzzarella, ou mussarela?
- Que que é Bruno? Você discou para o disk-dicionário e caiu aqui?
- Aham.
7
de
janeiro
Quer dizer então q não é pessoal? Novidades então, porque pra mim é pessoal
Acho que tudo começou lá por 2004, tudo o que aconteceu, tudo que começou a mudar minha vida, coisas que eu ouvi, que só agora comecei a por em pratica. Conselhos que ganhei, que na epoca achei que não era nada demaiz (e continuo achando).
Uma vez me disseram, que eu era seca, eu naum demonstrava nada, eu naum dizia nada, eu naum sentia nada. Eu não liguei.
“Camila, sabe qual é o seu problema? Você acha que vai viver até os 130 anos e vai superar todos os rancores. Mas na boa, você não vai. Você vai morrer antes disso”.
Uma dica pra quem for me ligar de madrugada bêbado(a): não jogue na minha cara que sou rancorosa, como se isso fosse uma grande ofensa. Esse é o tipo de coisa que me faz ter rancor.
PS: Bruno, a gente tem que assistir Kate e Leopold.
Eu não sou de resolver problemas que as pessoas têm comigo. Esses problemas não são meus.
PS2: Como é bom digitar sentada na cadeira e com o teclado na mesa. Tela wide screen LCD, dualcore.
3
de
janeiro
Se você fala com deus, você é religioso; se ele responde, você é psicótico.
Estou lendo “O vendedor de sonhos”, mas não consigo terminar. É um livro bonito, mas cheio de coisas que todo mundo já deveria saber. Não sei se eu sou louca, ou tenho mania de achar que sei tudo mas essas lições de como-você-deve-se-portar-com-o-próximo não são novidades pra mim. Já dizia Machado de Assis: “Basta amar para escolher bem; o diabo que fosse era sempre boa escolha.”.
Você não vê a hora de chegar em casa, sai do trabalho e pega o ônibus. Você dá o sinal um pouco antes do ponto que é pro motorista já se ligar, porque se ele passar do seu ponto, o próximo é tão longe que você tem que pegar um metrô pra voltar. Até aí, tudo bem. Mas o filha da p… não pára e ainda te olha com aquela cara de que-que-foi-eu-não-fiz-nada-de-errado. Mas tudo bem, porque é ano novo e você não pode brigar, porque que tipo de pessoa começa o ano brigando? Pois é. Otimistas são pessimistas mal informados. Ainda é ilegal fazer uma autópsia em uma pessoa viva?
1
de
janeiro
Eu sei como você usa as palavras. Quando você quer que alguém preste atenção em algum aspecto da sua personalidade ou na sua camisa, você diz que a pessoa é que repara nesse tipo de coisa, como se você não desse a mínima. E quando alguém repara em algo que você não esperava, você ri.
Você ri como eu rio. Porque nós dois achamos que podemos antecipar tudo, reações, diálogos, sentimentos. Você não pode. Nem eu.
Nós somos iguais e por isso ficamos tão distantes. Você sabe e eu sei que não teria graça se nos víssemos todos os dias, se tivéssemos conversas de cinco horas toda semana. Isso não tem graça para nós dois. Nós conversamos à distância, em silêncio.
Isso você não vai conseguir com qualquer outra pessoa. Eu posso até ser sua Mary Tyler More, mas também sou sua Audrey Hepburn. E no dia em que nos vermos, eu não vou mesmo dizer nada.
31
de
dezembro
“If I could be who you wanted
If I could be who you wanted
all the time
all the time.”
Are you such a dreamer to put the world to rights? I’ll stay home forever, where two and two always makes a five.
I count your eyelashes, secretly.
Conte mais:
- Calvin And Hobbes (Calvin e Haroldo): Yukon-ho! de presente de natal! Ah Freire, você é demaiz! =]
30
de
dezembro
“Eu te deixaria pistas em xícaras de café inacabadas; aleatória, eu te escreveria em maços vazios, aqueles que gastaria com muito prazer em dias de chuva, de sol (que ainda teremos pela frente, espero). Eu te contaria todas e quantas histórias você quisesse ouvir, desde que fossem premissas pra ter teus olhos tão atentos sobre mim e meu sorriso de quem foge porque quer ficar, mais que tudo.”
A chuva já passou por aqui, eu mesma que cuidei de secar.
I like to feel his eyes on me when I look away.
29
de
dezembro

“Eu não me importo com o carro que você dirige onde você mora. Se você conhece alguém que conhece alguém que conhece alguém. Se suas roupas estão na moda desse ano. Se sua poupança é ilimitada. Se você está na lista-A, lista-B ou nunca ouviu falar de listas de pessoas. Eu só me importo com as palavras que voam da sua mente. Elas são a única coisa verdadeiramente sua. A única coisa pela qual vou me lembrar de você. Eu não vou me apaixonar por seus ossos e pele. Eu não vou me apaixonar pelos lugares em que você esteve. Eu não vou me apaixonar com nada que não sejam as palavras que voam da sua extraordinária mente.”
Achei isso em um blog, e concordei que todo mundo deveria ler isso.
Conte mais:
- Assisti “Sete Vidas”, o novo filme do Will Smith. Lindo e triste.
- Fui na Galeria do Rock, nunca tinha ido!
- Último volume de Gossip Girl 11 - Don’t You Forget About Me por 10 reais! Ah Ricardo, eu te amo.
- Fui no jogo de Futsal: Brasil x Paraguai. Gostaria de agradecer a todo mundo que me desejou boa sorte, e mandar aquele salve especial pro meu parceiro Falcão: obrigada por vencer o jogo e pelos três gols justo nesse final de semana para me alegrar! Sei que foi pra mim, querido! Certas coisas acontecem porque devem acontecer mesmo.
- Jogando Nintendo Wii no domingo a tarde!
- Fim dos Tempos de novo - Mais engraçado ainda.
- Comprei: Crepúsculo e Gossip Girl 8 - Nothing Can Keep Us Together
- Faltando último capítulo de Anjos e Demônios
- Show da Alanis Morissette em Fevereiro
- Estréia do filme Anjos e Demônios em Março